segunda-feira, 20 de Outubro de 2014

A caixa de crédito


Vamos estudar,
Para crédito poder ganhar.
No banco vamos cambiar
 Para na papelaria comprar.

É preciso treinar,
É preciso trabalhar,
Para crédito poder ganhar
E o material podermos comprar,
Com o dinheiro que vamos poupar.

Temos de a força manter,
Pois não queremos perder,
Com a ajuda da professora,
Tudo se há de resolver!
                                        Filipa

sexta-feira, 19 de Setembro de 2014

Início do ano letivo

Olá amigos estamos de volta para um novo ano cheio de dificuldades, mas também com alegrias e outras emoções.
Este é o quarto ano que utilizamos o sistema de créditos. Nós temo-nos esforçado muito para os obter, pois o ganho dos créditos depende do nosso desempenho.
Ter créditos é o mesmo que ter valor junto dos que nos rodeiam. Além disso, é com os créditos que compramos o nosso material, pois cambiámo-los no nosso banco por euros, para fazemos as compras na “Super-Papelaria”.                     
Desta forma, poupamos o material, o ambiente e os nossos pais poupam dinheiro.

 Para abrir este ano letivo a Renata escreveu um poema. Falou-nos sobre ele e partilhou o que sentiu ao escrevê-lo. Foi uma emoção!

Uma luz

No céu negro
Há uma luz.
Essa luz
Traz a vida.
A vida traz o mundo
Na tua mão
E na minha.

Essa certa luz
É como o sol,
Brilha sem parar
Nas águas do rio,
Na minha vida
E no mar.

            Renata 

sábado, 14 de Junho de 2014

Final de ano


Marcha de S. António - Festa de final de ano na escola da Azenha 
O ano letivo chegou ao fim e nós já temos saudades da escola!
As aulas foram animadas, aprendemos muito e fizemos atividades muito variadas. Entre elas gostámos, principalmente, da nossa amiga caixa de crédito. Ela deu-nos mais responsabilidade e vontade de ganhar créditos, pois, era preciso tê-los para os cambiarmos no banco, e assim podermos comprar o material de que precisavámos, na nossa papelaria. Queremos continuar com a caixa de crédito!
Esperámos que continuem a acompanhar-nos e a acreditar em nós, para nos ajudar a ganhar cada vez mais valor.

Até setembro e boas férias!

quinta-feira, 12 de Junho de 2014

Observação ao microscópio


                                                                                  Pétala -  Margarida
                                 Folha - Carlos
                                          Pele - Duarte





No dia onze, a turma foi surpreendida pela professora, que trouxe um microscópio para a escola. A professora começou por explicar cada uma das partes do microscópio e suas funções. Depois, observámos a pata de um inseto. Aquela pata parecia uma perna gigante, peluda. Vimos mais coisas ao microscópio, como ovos de camarão, a folha de uma erva, a pétala de uma flor,.. Mas o mais impressionante, foi ver um pedaço de pele!... Parecia uma rede cheia de pintinhas. Uma coisa que seria interessante de observar era o sangue mas... não tinhamos nenhuma amostra preparada.  (Texto  - Duarte)
                                                       Folha - Leonor









terça-feira, 10 de Junho de 2014

Assembleia de turma

Ata nº 9 
Aos nove dias do mês de junho de dois mil e catorze, reuniu a turma do terceiro ano com todos os elementos, à exceção do Daniel por motivo de doença, com a seguinte ordem de trabalhos:
1.    Avaliação do “Dia mundial da criança – Foi um dia cheio de diversão: flutuamos, escorregamos, saltámos, caímos e até ao almoço lambemos os queixos. Para variar, propomos que, para o próximo ano se pense noutra atividade.
2.    Visita de estudo – Foi um dia que ficará na nossa memória. Viajámos sentindo o vento, os cheiros do Porto e conhecemos alguma da história da cidade. Cantámos, ouvimos música, vimos maravilhosas paisagens e até brincámos. Gostámos muito.
3.    Desafio do mês: “Igualdade” – Fizemos algumas leituras para desenvolver o tema. Lemos uma história fantástica “O ladrão de palavras”, passada numa aldeia onde eram roubadas as melhores palavras às pessoas, onde todos eram infelizes e até as crianças tinham barba. Não eram protegidos os direitos humanos. Segundo a Declaração Universal dos direitos Humanos “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em direitos… sem distinção de raça, de cor, de língua, de religião, de opinião política ou outra de origem nacional ou social, de fortuna ou nascimento ou de qualquer outra situação.” Depois com a leitura do poema “Mariana menina cigana” percebemos que nós próprios somos também os “ladrões de palavras”, quando excluímos, quando poluímos, … http://www.midwayfilm.com tiramos aos outros e ao próprio planeta as melhores palavras, as palavras com sabor, as palavras luminosas. Já demos um passo. Vamos dar as mãos, que são todas diferentes, mas iguais na capacidade de construir um mundo melhor.
Não havendo mais nada a tratar deu-se a assembleia por encerrada da qual se lavrou a presente ata, que depois de lida vai ser assinada pelos responsáveis.

quinta-feira, 22 de Maio de 2014

"Canguru Matemático"

Somos espertos ou não?!   


 
No "Canguru Matemático", concurso a cargo do Departamento de Matemática da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra e que contribui para a popularização e promoção da matemática nos jovens, a Renata ficou em lugar e o Gustavo em lugar, na categoria Mini-Escolar-II, ao nível do nosso Agrupamento.

terça-feira, 20 de Maio de 2014

"O ladrão de palavras"

Na semana passada, tratamos uma história fantástica!!!
Renata
A história “O ladrão de palavras”, de Francisco Duarte Mangas, fez-nos lembrar a ditadura e o 25 de abril.
Sabem quem era o ladrão de palavras que fez toda a aldeia infeliz?  O MEDO!
Mas, as pessoas descobriram que elas eram os ladrões. Só tiveram de enfrentar o medo! E depois… descobriram tanta coisa! O saco de linho não tinha nada, os cogumelos não eram grandes e muito menos venenosos…

É uma história criativa e com muitos ensinamentos. Aprendemos a derrotar o medo, o silêncio e a ter coragem. Parabéns ao escritor.

Sentimentos experimentados


Eu senti que devemos ter coragem e inteligência. Apetecia-me ajudar as pessoas a criar novas palavras e a pôr aquela aldeia a mais feliz. Criava uma escola, uma igreja, um parque para as crianças, casas novas e, quando acabasse, a aldeia era uma cidade e as pessoas ficavam sempre com um sorriso.
E sentia uma grande alegria!  (Carlos)

A história levou-me à aldeia, pensava que era uma das crianças a trabalhar e a crescer-me a barba. Senti que as pessoas eram pobres e tristes, senti medo, imaginação, amizade e coragem. Eu gostava de ir para aquela aldeia para ver, agora, como ela é e para ver se precisam de ajuda. Eu gostava de convidá-los para verem como é onde eu vivo. (Catarina)

Eu senti o silêncio, a prisão, a tristeza e o medo. (Rafael)


Eu senti alegria, tristeza, felicidade, amor, coragem… por as pessoas acordarem para a vida. Imaginei-me a enfrentar o medo e o silêncio, porque as pessoas tinham medo de falar e eu tenho pena delas. Eles, agora têm uma vida de paz. (Sara)

Carlos